Banda Silibrina se apresenta no Jazz nos Fundos dia 30/03

Depois de uma temporada norte-americana, o Septeto fará show no Jazz nos Fundos com músicas do álbum O Raio e composições inéditas

@SilviaMachado

Depois de uma temporada norte-americana nas cidades de Austin e Nova York, além da participação no SXSW Music Festival, um dos maiores festivais de música do mundo, a banda Silibrina já tem data para o próximo show. Será no dia 30 de março, no Jazz nos Fundos, em São Paulo. Os ingressos estão sendo vendidos online:
https://goo.gl/VDJGdY.

Além de tocar piano, Gabriel Nóbrega assina as composições e arranjos do septeto, que foi finalista do prêmio Samsung E-Festival. Ele é acompanhado por Ricardinho Paraíso (baixo), Jabes Felipe (bateria), Matheus Prado (percussão), Wagner Barbosa (saxofone), Reynaldo Izeppi (trompete) e Gileno Foinquinos (guitarra), artistas de referências diversas, vindos de diferentes regiões do Brasil e extremamente atuantes no cenário musical em São Paulo.

Sobre Gabriel Nóbrega
Gabriel Nóbrega iniciou sua carreira musical aos 11 anos de idade acompanhando seu pai, o multiartista pernambucano Antônio Nóbrega, como percussionista. Durante 13 anos fez shows por todo o Brasil e turnês ao redor do mundo. Mais tarde, apostou também na vocação para criar e dirigir filmes de animação e, em 2015, foi o diretor de publicidade mais premiado do Brasil e um dos mais premiados do mundo. Hoje é um dos sócios do estúdio Vetor Zero, mas sempre se manteve ativo na música, compondo e tocando piano, seu instrumento de formação.

Álbum O Raio
iTunes: http://bit.ly/2iTunesOraio_Silibrina
Google Play: http://bit.ly/2GPlayORaio_Silibrina
Spotify: http://bit.ly/2spotifyOraio_Silibrina
BandCamp: https://goo.gl/X1AxNy
Redes Sociais
facebook.com/silibrina.band
instagram: @silibrina
youtube/silibrina

SERVIÇO:
Silibrina
Dia 30/03, às 22h
Jazz nos Fundos
Ingressos: https://goo.gl/VDJGdY
Rua Cardeal Arcoverde, 742 – Pinheiros, São Paulo

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Academia Internacional de Cinema abre nova turma para curso de documentário em sua unidade carioca.

O documentário, um gênero de destaque na produção audiovisual brasileira, é foco do curso que a unidade carioca da Academia Internacional de Cinema (AIC) realiza a partir de 17 de março. Um dos diferenciais do curso é justamente a produção de obras elaboradas no contexto do curso. É o caso de Alfredinho (produção de 2015), curta dirigido por Vitor Souza Lima, Marcelo Santos e Venâncio Batalhone. Em sua trajetória, a obra participou dos seguintes festivais nacionais e internacionais: CH Cinema Network Prize – 30º FIFF – Festival International de Film de Fribourg; Seleção Oficial – 26º Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro; Seleção Oficial 10ª edição do Brasilcine na cidade de Estocolmo, Suécia; FIDÉ Brasil – Festival Internacional do Documentário Estudantil, em Curitiba.

Vale ressaltar que o gênero documentário também encontrou espaço para expansão após a publicação da Lei 12.485/2011, que determina que todo canal de TV Paga deve contar em sua grade com uma programação contemplando um mínimo de 3h30 de conteúdo brasileiro semanalmente, em horário nobre, considerando que metade desta produção precisa ser oriunda de empresas independentes. A Lei, de 2011, já traz reflexos no mercado. Segundo dados da Ancine, em 2015, foram registradas 3.284 horas de obras inéditas brasileiras independentes, sendo 32% de documentários. Em 2016, houve ligeira queda, mas deve-se considerar os momentos de turbulência política e econômica passados no Brasil. Foram 3.007 horas, com 68% de obras seriadas e 19% de longas-metragens, sendo 37% de documentários. Mesmo assim, nota-se o crescimento do gênero documental.

A proposta do curso da AIC é oferecer uma visão do gênero documental em suas diferentes vertentes e linguagens, a partir da realização de um curta-documentário. Com um programa abrangente, intenso, prático e reflexivo, o curso oferece as ferramentas para a construção narrativa e estética de documentários.

Serão 112 horas de cursos, distribuídas em 16 encontros realizados aos sábados, período integral. Durante o curso, serão exibidos e discutidos filmes deste gênero de produção audiovisual. O objetivo é ampliar o repertório dos alunos, apontando em trabalhos de autores consagrados e marcos da história do documentário, as opções estéticas, éticas e de linguagem com as quais os alunos se defrontarão em seus próprios trabalhos práticos. A partir deste expediente, são articulados conteúdos como a pesquisa, roteiro, entrevista, observação, fotografia, direção, captação de som e edição. Essa dimensão expositiva, a cargo da disciplina Estruturas Narrativas, é acompanhada pelas disciplinas práticas de Roteiro, Entrevista, Fotografia, Som, Direção e Edição.

Informações do Curso:
Início: 17 de Março
Sábados, das 09h30 às 17h30
Cargo Horária: 112h | 16 encontros.
Término previsto: 14/07/2018.
Até dia 17/03/2018 . 9x de R$ 474,33
5% de desconto à vista
End: R. Martins Ferreira, 77 – Botafogo – Rio de Janeiro.

*Desconto à vista válido apenas para pagamentos em boleto, cheque ou dinheiro.
**Desconto não cumulativo. Ex-alunos ganham 15% de desconto no pagamento à vista e 5% no parcelado independente da data de inscrição.
*Ter no mínimo 17 anos
**Além das aulas aos sábados, os alunos estão sujeitos a realizar outras atividades durante outros dias da semana, tais como: gravação, edição e edição de som dos projeto
Inscrições pelo link: https://www.aicinema.com.br/curso/documentario/rio-de-janeiro-rj/17-mar-sab-integral/

Espetáculo “Canteiro de Alumiá” une cantoria e música de câmara em apresentação gratuita

Inspirado por Ariano Suassuna, o compositor Ricardo Dutra e Quinteto Aralume, de música instrumental brasileira, fazem parceria inédita para criar o espetáculo Canteiro de Alumiá, que reúne 11 músicas “de arranjos artesanais e timbragem armorial”

Chamado de “trovador contemporâneo”, o compositor, cantador e instrumentista Ricardo Dutra e o Quinteto Aralume, de música instrumental brasileira, estreiam o espetáculo Canteiro de Alumiá, nos dias 24 e 25 de março, no Teatro Alfredo Mesquita, em Santana, na zona norte de São Paulo. Com entrada gratuita, a apresentação das 11 músicas inéditas celebra a parceria inusitada entre as canções de Ricardo e os arranjos elaborados pelos músicos do Quinteto.

De maneira poética e imbuídas de lirismo melódico, os temas das composições abordam essencialmente a natureza, a vida e o amor, unidas ao refinamento artesanal dos arranjos, que proporcionam a este trabalho uma timbragem armorial e o primor da música de concerto.
Durante sete meses, eles se encontraram para unir duas vertentes musicais tão distantes quanto próximas: a cantoria e a música de câmara. “É um trabalho que expandiu e está evoluindo”, afirma Ricardo. “Estamos em um processo de criação minucioso, e percebemos que as características singulares presentes neste trabalho criativo, acrescidas ao ineditismo das composições, apontam a possibilidade de apresentar algo de novo no contexto musical contemporâneo”.

A inspiração para a parceria surgiu depois que Ricardo Dutra assistiu a uma aula-espetáculo do Quinteto Aralume, que realizava uma homenagem a Antonio Madureira, líder do Quinteto Armorial, grupo que fez sucesso na década de 1970, ao criar uma música erudita brasileira de raízes populares. O Quinteto Armorial nasceu no contexto do Movimento Armorial, idealizado pelo escritor Ariano Suassuna, este movimento cultural surgiu no Recife e se espalhou pelo Brasil.

O nome do espetáculo, também nome de uma das canções, Canteiro de Alumiá, merece uma explicação. A palavra canteiro neste espetáculo traz seus diversos significados, o canteiro de obra, o canteiro de cantaria (arte de talhar pedra), e também o canteiro de flores, sendo a flor um elemento poético bem utilizado nas letras das canções. Todos estes canteiros representam o Canteiro de Alumiá, um lugar de tarefa e lapidação desta obra musical, que alumia pelo encanto das canções que nele brota e fecunda. O Espetáculo Canteiro de Alumiá é o resultado do processo de criação do projeto Ricardo Dutra e Quinteto Aralume, fomentado pelo Edital de Apoio a Criação Artística-linguagem música da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.

Serviço
Espetáculo Canteiro de Alumiá
24 de março, às 21 horas
25 de março, às 19 horas
Teatro Alfredo Mesquita
Avenida Santos Dumont, 1770 – Santana
Entrada Grauita
Estacionamento gratuito

Saiba Mais em http://www.ricardoaralume.com.br